Áreas Doenças crônicasNeurodesenvolvimento e TEASaúde visualTecnologias em saúdeCuidado contínuoPráticas integrativas

Think tank · Brasília

Pesquisa, dados e propostas para que o cuidado em saúde chegue a quem precisa, todos os dias.

O Instituto Dádiva é um centro independente de estudos e políticas públicas. A gente reúne evidência, avalia tecnologias e propõe caminhos que o sistema de saúde brasileiro consiga adotar em escala.

  • 6áreas de atuação
  • 5frentes de trabalho
  • 3séries de publicação
  • 1regra de ouro de independência

Dado em destaque

2,4 milhões de brasileiros têm diagnóstico de autismo, 1,2% da população.

Com diagnóstico de autismoRestante da populaçãoCada quadrado = 1 em cada 1.000 pessoas

É a primeira vez que o Censo mede o autismo no país. Para quem decide política pública, o número muda o tamanho da conversa sobre diagnóstico, acesso e apoio às famílias.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2022

Dados que orientam a agenda

Cada área do Instituto parte de números públicos. Estes são alguns dos que a gente acompanha.

Mortes no Brasil, por grupo de causa 74% Doenças crônicas não transmissíveis Outras 26%

Três em cada quatro mortes no Brasil vêm de doenças crônicas.

São condições de longo prazo, que pedem acompanhamento contínuo entre uma consulta e outra.

Fonte: Ministério da Saúde

Mais da metade dos adultos brasileiros convive com ao menos uma doença crônica.

52,7% referem ao menos uma condição. Cada quadrado da grade equivale a 1% dos adultos.

Fonte: IBGE

2,2 bilhões com deficiência visual 1 bilhão evitáveis ou sem tratamento

Quase metade dos casos de deficiência visual no mundo poderia ter sido evitada ou ainda não foi tratada.

A área de cada quadrado é proporcional ao número de pessoas.

Fonte: Organização Mundial da Saúde

Por que o Instituto existe

Como o Brasil leva cuidado contínuo e de qualidade a milhões de pessoas? É a pergunta que orienta tudo o que a gente faz.
1

O modelo atual não alcança todo mundo

Quem vive com uma condição de longo prazo, ou cuida de alguém que vive, precisa de acompanhamento entre uma consulta e outra. Hoje esse acompanhamento quase nunca existe, e as filas crescem.

2

Tecnologia baixa o custo de cada pessoa a mais

Inteligência artificial, telessaúde e programas digitais estão entre as poucas alavancas cujo custo cai conforme o atendimento cresce. Falta ao país um caminho maduro para avaliar, adotar e pagar por elas.

3

Falta um ator técnico na capital

Falta quem produza evidência, proponha critérios e prepare gestores, sem lado partidário e perto de onde as decisões acontecem. A sede do Instituto fica na Asa Norte, a poucos minutos da Esplanada.

Não somos associação setorial.Não somos vitrine de produtos.Não somos militância a favor ou contra nenhuma abordagem.

Áreas de atuação

Temas diferentes, o mesmo método: reunir evidência, avaliar tecnologias e propor caminhos que o sistema consiga adotar.

Doenças crônicas

Acompanhamento contínuo de condições de longo prazo, dentro e fora do consultório.

  • Diabetes
  • Hipertensão
  • Obesidade e metabolismo
  • Saúde respiratória
  • Adesão ao tratamento

Neurodesenvolvimento e TEA

Cuidado desde os primeiros sinais e apoio a quem cuida.

  • Primeiros sinais
  • Acesso a diagnóstico
  • Apoio às famílias
  • Saúde de quem cuida
  • Inclusão escolar

Saúde visual

Prevenção e acompanhamento da saúde dos olhos em larga escala.

  • Prevenção
  • Hábitos visuais
  • Telas e infância
  • Envelhecimento e visão
  • Acesso a cuidado

Tecnologias em saúde

Como avaliar, regular, contratar e medir resultado.

  • Inteligência artificial
  • Telessaúde
  • Programas digitais
  • Avaliação de tecnologias
  • Regulação

Cuidado contínuo e comunidade

Adesão é onde muitos tratamentos falham, e é onde a gente concentra estudo.

  • Autocuidado apoiado
  • Comunidades de cuidado
  • Mudança de comportamento
  • Envelhecimento e solidão
  • Cuidadores

Práticas integrativas

O que já é política pública, avaliado com o mesmo rigor de qualquer tecnologia.

  • Política nacional (PNPIC)
  • Avaliação de evidência
  • Movimento e respiração
  • Atenção plena
  • Digitalização

Como trabalhamos

Cinco frentes, da pesquisa à política pública. Projetos em andamento são apresentados a parceiros institucionais mediante contato.

Propor uma parceria →
Frente 1

Pesquisa e evidência

Estudos clínicos e evidência de mundo real com instituições acadêmicas, análise independente e compromisso de publicar todos os resultados.

Frente 2

Programas com o poder público

Propostas técnicas e apartidárias para estados e municípios, integradas à rede que já existe e com indicadores públicos.

Frente 3

Dados e observatórios

Painéis e análises com base em dados abertos, para gestores, pesquisadores e jornalistas de saúde.

Frente 4

Agendas de política pública

Propostas construídas em consulta ampla e entregues de forma suprapartidária: o mesmo texto para todos.

Frente 5

Formação de gestores

Que evidência exigir, como contratar e como medir resultado ao adotar tecnologia no cuidado.

Publicações

Três séries, todas com revisão externa e declaração de conflito de interesse. Parceiros institucionais podem solicitar acesso.

Solicitar acesso →

Independência e transparência

O Instituto nasceu mantido por um grupo empresarial. Por isso as salvaguardas vieram antes da primeira publicação, e estão escritas.

Regra de ouro · regimento interno

O Instituto nunca avalia, recomenda, demonstra ou cita como caso de sucesso os produtos do seu mantenedor. Pesquisa própria pode ser publicada, sempre com conflito de interesse declarado.

  • Conselho consultivo independenteDe 5 a 7 membros, maioria sem vínculo com o mantenedor.
  • Teto de 40% para receita de serviçosPara que estudos encomendados não transformem o Instituto em consultoria.
  • Declaração em todo documentoQuem financiou e quais interesses estão em jogo.
  • Equipes, palco e dados separadosQuem pesquisa no Instituto não vende, e o cadastro do Instituto não vai para área comercial.
  • Nenhum produto em eventosSem demonstração, estande, logo ou apresentação comercial.
  • Nenhum resultado engavetadoCompromisso de publicar todos os resultados, inclusive os desfavoráveis.
Política de transparência
ItemO que declaramos
MantenedorGrupo Dádiva, com recursos próprios nesta fase de incubação.
Interesses do mantenedor em saúdeProgramas de cuidado e tecnologias em saúde, cuja lista completa é informada a parceiros institucionais e declarada em cada publicação relacionada.
Como lidamos com issoO Instituto trata esses temas com rigor avaliador e nunca cita esses produtos. Pesquisa que os envolva tem condução acadêmica independente.
Rumo à autonomiaConselho deliberativo próprio ao atingir seis publicações com revisão externa, doze meses de conselho ativo e 30% de receita externa ao grupo.

Encontros

Um ponto de encontro neutro em Brasília. Academia, gestão pública, prestadores, operadoras e indústria na mesma sala, inclusive concorrentes entre si.

Mesa fechada · 12 a 16 pessoas

Petit comité

Conversas sob a regra de Chatham House: usa-se o que foi dito, sem atribuir a quem disse. É onde a agenda é coescrita.

Seminário · meia jornada

Lançamentos

Cada evento existe para entregar algo útil, como uma nota técnica ou um painel de dados. Os painéis sempre têm uma voz cética convidada.

Encontro anual

Fórum Dádiva de Saúde

O encontro do ano, com gestores dos três níveis de governo e o setor privado, para medir o que avançou e o que travou.

Pesquisadores, gestores, financiadores e jornalistas: vamos conversar.

Respondemos pedidos de publicações, propostas de parceria técnica e convites para mesas e seminários.

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